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segunda-feira, fevereiro 28, 2005
Parabéns Benfica! A caminho do IIº Centenário!comente: quarta-feira, fevereiro 23, 2005
O condicionamento mediático III. O Papa falou e os media baixaram as orelhas. McCarthy viu a sua pena agravada e tal facto foi apelidado de vergonhoso pelos órgãos de comunicação social. Primeiro por causa do tempo que o CD da Liga demorou a decidir o recurso apresentado pelo Porto, depois por causa do acrescento de um jogo. Curiosamente ninguém estranhou que a primeira sanção tenha sido igual às anteriores apesar da reincidência, tal como ninguém estranhou que, anteriormente, Luís Fabiano só tivesse sido castigado com um jogo por agressão a um adversário. Mais interessante era fazer passar a ideia de um eventual favorecimento ao Benfica, apesar da existência de mais 13 clubes que ainda não tinham visto qualquer dos seus jogadores ser alvo de um sumaríssimo. E talvez por isso, o castigo de Silva (ainda não se sabe bem porque motivo) foi abafado. A atitude que lhe valeu o jogo de suspensão ocorreu no exacto dia em que McCarthy agrediu Danilo mas nenhum jornalista se indignou com o tempo da decisão ou insinuou favorecimento ao Porto pelo facto do castigo se cumprir no Dragão. Tal como foram abafadas as declarações de Jorge Coroado (que só são valorizadas quando negativas para o Benfica...). Após semanas a ler e ouvir comparações entre as deliberações do CD e o os processos dos tribunais civis, finalmente alguém efectuou uma comparação lógica, acabando também por colocar a nu a capacidade profissional dos nossos jornalistas desportivos. Segundo Jorge Coroado, é normal a UEFA aumentar as punições aos jogadores após análise do recurso. E até deu um exemplo concreto de um caso ocorrido após um jogo por si arbitrado, com a UEFA a duplicar a sentença após análise do recurso. Entretanto chega mais uma prova de como o CD funciona ao serviço do Benfica. Simão Sabrosa é o novo alvo dos sumaríssimos, numa clara intenção de prejudicar o Porto que com ele contava para levar de vencida o Benfica. Realmente, uma vergonha!comente: O condicionamento mediático II. Não sentiram? A terra tremeu em Portugal após o final do jogo disputado entre Benfica e Vitória. No exacto momento em que a televisão disponibilizou as imagens da agressão de Rafael a João Pereira, milhares de lagartos começaram aos pulos, gritando ‘urras’ ao seu "justiceiro" (curiosamente o mesmo que na época passada rebentou com o nariz de Rui Jorge em Alvalade...). O Sporting até já terá começado a preparar a próxima época visto que o título mais ansiado já foi conquistado. Será que eu também seria glorificado se agredisse Deco, Jardel ou Liedson? Recuemos no tempo... Estávamos no prolongamento da eliminatória da Taça e João Pereira recupera a bola a um adversário. Ao tentar prosseguir com esta é derrubado, pelas costas, por Hugo Viana mas ainda assim consegue tocá-la para a frente. Parece existir uma troca de palavras, Viana cerra o punho, coloca a língua de fora e disfere o golpe. Que curiosamente sai frouxo... Pereira revela "inteligência", como diria Mourinho, e teatraliza a tentativa frustrada de agressão. Os adeptos sportinguistas protestam e a Imprensa indigna-se. A isenção deixa de ser obrigatória e torna-se imperativa a perseguição e criminalização do jogador, esquecem-se da aposta da FIFA no fair-play e habilmente ocultam que uma tentativa de agressão é o mesmo que agressão. Esquecem-se até da expulsão de Nuno Gomes contra o Porto onde, apesar da ausência de contacto, todos defenderam que a acção do árbitro se justificava pela atitude do jogador. Desta feita todos saltaram em defesa de Hugo Viana... Naquela semana os jornais foram inundados por artigos a criticar a atitude do nosso puto do Casal Ventoso. Nem um único salientou a falta de inteligência de Viana, como fizeram há perto de um ano após atitude inocente de Jorge Andrade relativamente ao seu "amigo" Deco. Os adeptos sportinguistas rejubilaram e nunca mais se calaram com a lengalenga. Agora é lê-los na Net, aturá-los nos cafés e via SMS’s. A lagartagem anda contente. E os jornalistas?comente: terça-feira, fevereiro 22, 2005
O masoquismo habitual. O Benfica entrou de forma inteligente, procurando impôr o seu jogo atacante através de uma rápida circulação de bola entre o trio Simão-Assis-Geovanni e colocando Nuno Gomes na posição de pivot. A equipa jogava relativamente bem mas faltava algo que garantisse um domínio absoluto e lhe permitisse matar o jogo rapidamente. O meio-campo encarnado, em especial Manuel Fernandes, demorava muito a subir no apoio ao seu ataque, o que permitia aos vimaranenses, sempre que recuperavam a bola, efectuar a primeira transição atacante sem qualquer tipo de pressão. Ainda assim, o acerto defensivo valeu ao Benfica o controlo das operações. Na etapa complementar, o Benfica voltou a demonstrar que gosta de complicar o que é, aparentemente, fácil. O habitual relaxamento resultou no golo de Peixoto e o Benfica, receoso, foi obrigado a entregar o jogo ao adversário. A partir daqui valeu a acção defensiva de Simão e a combatividade de Geovanni e Nuno Gomes que tentaram sempre lançar a equipa para a frente.comente: O condicionamento mediático. A imprensa age e os adeptos do Benfica mostram não saber reagir. Primeiro foi Paulo Almeida. À 2ª jornada, ainda sem tempo para se aferir as reais capacidades do jogador, já os carneiros assobiavam a plenos pulmões. Agora é a vez de Quim. Assobiou-se o guardião por, na sequência de um canto, ter socado a bola para fora da área... Na diagonal e na direcção da linha lateral para evitar que uma eventual recuperação de bola vimaranense resultasse num remate ou num cruzamento que encontrasse os avançados de frente para a baliza. Mas interessa lá se a acção foi eficaz. Interessa é assobiar! Interessa é culpar o Quim pelo golo vimaranense mesmo que a bola nunca tenha estado ao seu alcance (nem estaria ao alcance de nenhum guarda-redes do mundo). Atrás de mim chegou-se ao cúmulo de apelidar Quim de filho da puta! Os mesmos que se remeteram ao silêncio quando Quim segurou a vitória. Para que servem estas manifestações? Para apoiar Moreira? Como? Criando um mito sebastianista dentro do próprio plantel? Elevando ao máximo a pressão de Moreira, sendo que no dia em que regressar à titularidade irá encontras as expectativas estupidamente elevadas? Os sócios querem que o clube volte a ser grande e dominador mas insistem em colocar o Benfica abaixo dos jogadores. Assim, não vamos lá...comente: quinta-feira, fevereiro 17, 2005
Não foi muito diferente do jogo contra o Beira-Mar... Os jogadores do Benfica entraram sem vontade, mais preocupados em não se cansar para o jogo de segunda-feira, e à espera que um golinho caísse do céu. Mesmo sofrendo o primeiro golo, nunca se preocuparam em alterar o ritmo a que jogavam... Em termos práticos, desprezaram este jogo como se de um qualquer amigável se tratasse.comente: segunda-feira, fevereiro 14, 2005
O "mestre" Coroado. Três hipóteses: preciso de um aparelho auditivo; a graduação dos meus óculos não é a mais adequada; Jorge Coroado pirou de vez! Comentando o lance do polémico penalty de Aveiro, o Sr. Azias afirmou convictamente que o Beira-Mar fora prejudicado. Que o penalty seja discutível (também não consigo descortinar qualquer falta) ainda vá que não vá... Mas afirmar que Bruno Moraes se encontra em fora de jogo e que o golo nunca seria válido é completamente absurdo! Isto perante o silêncio cúmplice de 4 jornalistas presentes naquela sala e ao mesmo tempo que o realizador do programa insistia em colocar a imagem no ar! É que no momento do remate de Jorginho, o avançado sadino encontra-se, no mínimo, em linha com o antepenúltimo defensor do Beira-Mar. Ou seja, mais em jogo que isto é impossível!comente: sábado, fevereiro 12, 2005
Faltaram os finalizadores. Há umas semanas, no programa Trio de Ataque da NTV, António Pedro Vasconcelos defendeu a não atribuição de pontos nos empates a zero bolas. Manterá o cineasta essa opinião após o jogo desta noite? Grande espectáculo de futebol!comente: quinta-feira, fevereiro 10, 2005
Ricardo Rocha. Não perdeu um único lance contra a Académica. Por baixo não inventou, por alto esteve imperial, explorou a antecipação de forma inteligente e teve ainda tempo para sair com a bola dominada, permitindo à equipa superioridade em pleno meio-campo adversário. É verdade que por vezes Rocha erra. Traído pela sua entrega, muitas vezes se revela precipitado na sua acção defensiva, como foi o caso do primeiro golo de Liedson em Alvalade onde falhou claramente o tempo de salto. Mas no domingo foi vê-lo ganhar uma, duas, três bolas, todas em movimentos idênticos ao do mês passado: saindo das costas do seu opositor e cabeceando-a em antecipação. Rocha é um central versátil, sabe jogar com o físico, é rápido, o seu jogo aéreo é forte e, acima de tudo, apresenta uma grande entrega ao jogo. No entanto, o seu nome nunca é incluído no tão propalado núcleo duro do plantel. Por lá andam 2 avançados, 2 médios e um defesa lateral... O que não deixa de ser estranho. Por melhor que Miguel seja, uma equipa resiste melhor sem um bom lateral que sem um bom central. E mesmo não sendo um jogador de outra galáxia, o facto de Luisão ter mercado e de Alcides se encontrar em trânsito, torna Ricardo imprescindível. Ricardo tem condições para fazer toda a sua carreira no Benfica e é em torno dele que se deve construir a defesa encarnada. A pergunta impõe-se. Para quando a renovação do vínculo contratual de Ricardo Rocha?
comente: quarta-feira, fevereiro 02, 2005
Ainda há pouco foi o sorteio... e o espectáculo já começou: "Luís Campos quer ir à Luz com coragem e determinação, no sentido da sua equipa estar preparada «para a vingança de seis milhões de adeptos do Benfica»." in A Bola
comente: Os seguintes posts merecem uma leitura atenta: "Mitos", "O homem que não se engana e só engana papalvos"comente: terça-feira, fevereiro 01, 2005
Vá-se lá perceber... Ao Benfica chegou desconhecido. Uns falavam em ponta de lança de referência, outros indicavam-no como alguém que gostava de jogar nas costas do nº9. No entanto, todos o apontavam como o grande goleador do campeonato croata. Começou bem, revelando bom entendimento com Mantorras, rapidez de execução, facilidade de remate com ambos os pés... e veio a lesão. Lesão que o afastou dos relvados por ano e meio. E nós, os adeptos, perante a desconfiança generalizada dos adversários insistiamos: "É jogador! E que jogador!" Regressou com o habitual receio de quem enfrenta os trauliteiros do nosso futebol mas com o tempo ganhou confiança. Nunca se chegou a revelar um matador mas impressionava pela força e pela determinação com que jogava, levando os defesas adversários à exaustão, marcando golos e dando a marcar. e de repente, qual Keyser Soze... desapareceu!!! Tomo transformou-se num vagabundo em pleno relvado. Trapalhão, agarrando-se excessivamente à bola e, pior de tudo, infantilmente perdulário na hora de visar as redes adversárias... Sokota passou então de estrela dos relvados para actor secundário de novela jornaleira. Sim, porque o papel principal foi reservado para o seu empresário. Depois da exigência de aumento salarial, prontamente recusada pelos dirigentes encarnados, a novela ganhou contornos circenses. Primeiro o empresário anunciou que o jogador aceitava ficar com o mesmo salário. De seguida noticiou o interesse de supostos tubarões alemães. Mais tarde até afirmou que Sokota aceitava descer o seu vencimento - era esta a exigência de Veiga, de acordo com o empresário - para depois garantir que as negociações se encontravam paradas há meses! O último episódio passou ontem, com contornos ridículos... Propostas de empréstimo chegaram do Minho mas o jogador prefere o calor humano dos bês... A ti Tomo, como não tenho memória curta, te agradeço os bons momentos que me proporcionaste. Mas esta mesma memória leva-me a desejar para o teu futuro a mesma sorte dos Pandurus, Sousas, Kenedys e Hugos Leais...
comente: Regresso às vitórias fora de portas. Foi preciso regressar a Guimarães para que o Benfica voltasse a conquistar 3 pontos na condição de visitante. Exibição em óbvia economia de esforço embora segura e concentrada. Pelo menos nos primeiros 45 minutos. Na segunda parte, relaxamento excessivo da equipa. Esqueceram-se da queda de Armando para marcar ao nosso clube e a equipa passou por um susto desnecessário. Nota positiva para Nuno Assis que veio trazer maior mobilidade e velocidade na circulação de bola e que mostrou excelente entendimento com Simão e Nuno Gomes. Que os meus maiores receios careçam de fundamento e que a regularidade paute as exibições de Assis.comente: |
CALCIO ROSSO - Blog de inspiração benfiquista |